Quando compramos a caixa de compostagem decidimos aderir ao processo completo da coisa e para isso tínhamos que começar a aproveitar os restos da cozinha.
Ora bem, o processo que estamos a falar tem duas grandes vantagens:
- Amigos do ambiente
- Melhora o tipo de composto que sai da caixa de compostagem…
Quando falamos em aproveitar os restos da cozinha estamos a falar de:
- Filtros de café depois do café tirado
- Molhos e condimentos
- Caroços de Fruta
- Maçarocas de milho
- Flores velhas ou os caules cortados
- Cascas de Ovo
- Cascas de Fruta
- Nozes e afiliados
- Cascas de Ameijoas
- Pão com bolor
- Chá e sacos de chá
- Vegetais diversos
Resumidamente, até porque se quiserem saber mais o melhor é lerem este livro, o que temos que fazer é ter sempre ao lado de onde estamos a preparar a comida um pequeno recipiente que regularmente despejamos no contentor de compostagem.

Nós estamos a usar uma caixa que compramos no ikea por mais ou menos 2€ e que serve muito bem, não veda totalmente por isso não cria cheiros e não dá trabalho a abrir, alem disso como não é suposto o conteúdo ficar la muito tempo não há problema. Um destes dá-nos mais ou menos para uma semana ou um fim de semana se os piratas estiverem lá em casa.
Quando está cheio é só pegar nele e despejar no contentor grande de compostagem, sempre tendo em atenção a relação Nitrogénio/Carbono, sendo que o Nitrogénio são os restos e o Carbono os secos, como palha ou folhas secas.
Para isso abrimos um buraco no meio do composto que já temos e metemos para lá isto tudo, depois fechamos e cobrimos com palha, porque não temos muitas folhas secas pelo quintal.
Já estamos a fazer isto a 2 semanas, mais ou menos, e não temos qualquer cheiro no quintal. Todos os dias verificamos abrindo a tampa e verificando se esta quente o conteúdo e se tem qualquer tipo de cheiro, até porque através do cheiro consegue-se perceber se precisa de mais Carbono ou mais Nitrogénio.
Aproveitamos também quando colocamos nova “dose” de verdes para revolver o composto, fazendo assim com que a parte quente do interior passe para fora e volte a aquecer por dentro, deixando assim entrar ar para o composto e não dando origem ao apodrecimento em vez da decomposição.
É mais fácil do que parece, nós próprios não acreditávamos que fosse assim tão fácil, mas realmente se se tiver um pouco de atenção nas doses que se usam é mesmo muito fácil.